e-book
A Fábula do Telejornal:
Estudo da Estrutura Narrativa da Reportagem no Telejornal em sua Aproximação com o Gênero Fábula

:: ( formato ePub )

:: ( em formato .mobi )

 

::


por jeffersonalvesdelima@hotmail às 18h04 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]















Escura nas ruas mais animadas,
o calçamento atravessando o calcário do meu peito,
a cidade festeja-se com uma risada histérica, louca
]e angustiada


A morte tem os passos próximos demais para não se gritar
um único e assombrado viva! ao dia que chega
acumulado de escapadas mágicas


Os tijolos e a agonia das pixações atirados
contra uma existência invisível, feito verso
triturado entre ossos da memória,
botam a Lua suja de misticismos
de costas para a roda e a fortuna


A beleza é uma mentira reproduzida com nostalgia mecânica,
o preto e o branco


Como se a angústia afogada na noite colorisse o desencanto
desta música de sonhos perdidos


A cidade, o fraseado do vento e o vôo de aves escondidas
estarão de volta pela manhã
                                         ( Ao curto e breve circuito galáctico )
com a pressa das crianças












::


por jeffersonalvesdelima@hotmail às 10h51 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]









::2015::


É muito oi, olá, xícara de chá
pra pouco é hoje, é agora,
dancemos loucos,
minha senhora






::


por jeffersonalvesdelima@hotmail às 22h16 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]











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 #
href=3D"http:....
width=3D597
align=3Dright
class=3Dftp
 #
 #(6)
O vago, a névoa e neblinas sempre deitam raízes na serra do mar #

-# (7)
        É um hábito que aterroriza e desterra -#    
-#    
+# (7)
+#    
+#    
       Como da janela o guarda-livros ouve o vozerio vivo
       e golpes de campainhas chegados da rua -

@@ -751,4 +751,3 @@ if [ "$bios" == "yes" ]; then

       refletindo
       sobre a ausência de sua própria possibilidade, vaga,
       incluída num vasto descomunal que a língua chama de tarde


[ "$bios" == "yes" ]#

    (9)
       A noite entregando seus frutos,
       amantes e livros, nas costas dos nomes
       em que íamos

 
  fi
 fi
-
f ($sid == || ($result['listen_url'])) {


       - Porque iremos nós atravessar a vida, um dia,
                                                   algum destes...

       

         para sempre





::

 


por jeffersonalvesdelima@hotmail às 02h46 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]







.gif do tumblr dickbalzer.tumblr.com








A tarde alcançava o limite despercebida
- como a graça de um estrondo -
e sobre o limite nos faltava tempo de dizer


As pequenas lembranças, sempre elas,
caíam com as luzes que sumiam no desenho da nova noite

Um dia, algum destes...
Era do limite o que nos faltava


Nas tardes,
o vago, a névoa e neblinas sempre
deitam raízes na serra do mar
É um hábito que ( aterroriza ) desterra


Pois vamos
deixar lugar ao que aparece, um dia, algum destes...
para sempre


Como da janela o guarda-livros ouve o vozerio vivo
e golpes de campainhas chegados da rua - refletindo
sobre a ausência de sua própria possibilidade, vaga,
incluída num vasto descomunal que a língua chama por tarde



A noite abrindo frutos
como alguém que avança séculos além,
dias aquém e desperta no semáforo citado num poema

















por jeffersonalvesdelima@hotmail às 02h23 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]









::ENTRE::

já "todo mundo"
é a história
de um cometa perdido entre versos
e a dupla volta
dos dias
entre a revolta
dos... ventos, cantos, lagos, ossos, outros, cactos e flamboiãs.


por jeffersonalvesdelima@hotmail às 11h08 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]











::POR MENOS, A MELODIA SE DESDOBRAVA...::


Sem portas de saída, o relógio teve de voltar.
Deu meia volta sobre um dos pés e procurou com os olhos, de um modo desapontado,
a esquina mais próxima.
Talvez tivesse desconsiderado algum detalhe. Uma saída era inevitável que houvesse.
Algum detalhe que torna-se possível perceber o caminho... quem sabe, para as várias portas de saída.
Mas o que seria um detalhe que pudesse sugerir que uma porta encontra-se por uma
ou por outra direção?
Na verdade, aquilo já não fazia mais sentido algum.
Em sua figura robusta e de camisa com os punhos algum dia brancos,
o relógio já sabia, também, disso.
Chutou um pequeno monte de cascalhos em frente a uma banca de jornais vazia e mexeu nos bolsos procurando o maço de cigarros.
- Construir uma saída é um objetivo que ocupa bem a vida. Sim. Sem dúvida.
Longe, abraçados ao sol, ele podia ouvir outros relógios trabalhando ruidosamente.




por jeffersonalvesdelima@hotmail às 19h39 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]









Poema Cínico

Ser simples
Ser super
 
Ser
     cênico




por jeffersonalvesdelima@hotmail às 02h27 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]









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por jeffersonalvesdelima@hotmail às 10h45 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]







sobre ilustração de alexandre lourenço










por jeffersonalvesdelima@hotmail às 22h56 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]







sobre ilustração de z wang ke













por jeffersonalvesdelima@hotmail às 14h11 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]












::HaiQual?::




Música. Palavra solta.


Voltas e voltas

E, a poesia, dançando vasta


em volta da boca.







por jeffersonalvesdelima@hotmail às 01h24 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]









::pivassociacionismo::




galáxias     flores   tripas

       
         vitrinas       mortos

anoitecer   cólicas


         

            trovão


espinafre      parede      horizonte


           trevas


cuequinhas         devorar



              samurais


fotografar     fruta       banheiro



limite    &       anjo        eu     



        cidade         deserto


língua
 

             boca             manhã


cometa                                fumaça


           errante              paraíso


tempestade        amor            engasgar



                       meia-lua


                        gorila


merda                              política


               janela


     sexo         ruínas       olho          tirania


     menina      vento            estourar



fiction                    Batman



      Baudelaire              doce-delicado-quente





infinito ramo víscera luz caixão medo dor raio salgado casa céu escuro cômico engolir cena foto doce urinar teto comercial asa eu carro areia dente azul névoa caminho saliva dia artificial calor engasgar relâmpago inteiro macaco fedor ação sol gostar bege secar política dançar sopro pow science desenho poesia doce-delicado-quente


                               - Será inconveniente prolongar

excessivamente a experiência, a fim de evitar cansaço












por jeffersonalvesdelima@hotmail às 04h51 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]















Enquanto desejo comer um pedaço de sombra
Da sombra rendada das árvores

E erguer a cabeça da onda

Da onda esquecida de ar

Encantavam meus pés enforcados

os pisos penteados na saída dos elevadores

Os muros e os dentes antigos

que o arame esconde

As portas-de-aço reestabelecidas

com a trilha sonora da noite de fuga

Os edifícios azulados e banguelas, de campos banguelas,

encapados com publicidade banguela

E, desta janela aberta, do outro lado da vontade,

a carne ( respira ) num ritmo mecânico
- mas sereno





por jeffersonalvesdelima@hotmail às 07h43 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]










poeta
poeta
bendita dança indiscreta




por jeffersonalvesdelima@hotmail às 01h45 [   ]
[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]




[ O Tempo, Este de Cabelos Cansados ]



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    ::CHUVA::
    No parapeito baixo
    da janela rosa,
    algumas gotas cantoras
    subiam depois de tocar
    a terra branca e a grama nova.

    Aproveitando o dia claro,
    outras gotas davam à chuva
    aulas de brincadeiras infantis
    girando em torno de si próprias e
    depois deitadas com as horas do meio-dia
    no pequeno jogo de descobrir.

    Com as asas molhadas sob o sol,
    o carteiro assobiava,
    fazendo um bico dentro
    [da caixa de correspondência,
    que era uma sorte
    ninguém saber o que há depois da morte
    se não era bem capaz de aparecer um filha da puta
    dizendo que sabe de que maneira
    se deve viver.

    (Abril / 006)



    ::PÉS PEQUENOS
    E PRONTOS PARA DANÇAR
    A QUALQUER MOMENTO::

    Alguma coisa já dita antes da Terra:
    Todo o problema é decalcar as palavras da abundância
    O inferno não conhece a fúria como palavra
    O corpo não conhece o sexo como palavra
    O silêncio, o escuro, o tempo,
    o azul, o amarelo e o vermelho,
    pelo que parece,
    não sabem das palavras

    (Abril / 006)


    ::Hi, Cais::

    HAJA HOJE AGITADO
    PRA TANTO AMANHÃ EM BRANCO
    E TODO ONTEM RISCADO

    (Outubro / 009)



    Jefferson Alves de Lima, estreia em 1975, /
    entre uns versos que um dia, acredita, / ainda aprende a declamar/
    jornalista e mestre em comunicação e semiótica
    (
  • pdf da dissertação A Fábula do Telejornal:
    Estudo da Estrutura Narrativa da Reportagem
    no Telejornal em sua Aproximação
    com o Gênero Fábula


  • Ou só o do e-mail:jeffersonalvesdelima@hotmail.com