::pivassociacionismo::
galáxias flores tripas
vitrinas mortos
anoitecer cólicas
trovão
espinafre parede horizonte
trevas
cuequinhas devorar
samurais
fotografar fruta banheiro
limite & anjo eu
cidade deserto língua boca manhã cometa fumaça errante paraíso tempestade amor engasgar meia-lua gorila merda política janela sexo ruínas olho tirania menina vento estourar fiction Batman Baudelaire doce-delicado-quente
infinito ramo víscera luz caixão medo dor raio salgado casa céu escuro cômico engolir cena foto doce urinar teto comercial asa eu carro areia dente azul névoa caminho saliva dia artificial calor engasgar relâmpago inteiro macaco fedor ação sol gostar bege secar política dançar sopro pow science desenho poesia doce-delicado-quente
- Será inconveniente prolongar
excessivamente a experiência, a fim de evitar cansaço
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 04h51
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]

Enquanto desejo comer um pedaço de sombra Da sombra rendada das árvores
E erguer a cabeça da onda Da onda esquecida de ar
Encantavam meus pés enforcados os pisos penteados na saída dos elevadores
Os muros e os dentes antigos que o arame esconde
As portas-de-aço reestabelecidas com a trilha sonora da noite de fuga
O edifícios azulados e banguelas, de sexos banguelas, encapados com publicidade banguela
E, desta janela aberta, do outro lado da vontade, a cortina respira num ritmo mecânico - mas sereno
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 07h43
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
poeta poeta bendita dança indiscreta
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 01h45
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
haicai
acerto de contas / o tempo estoura o vento / nu depois das bombas
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 19h06
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
Decerto As curvas gostariam de sentidos de fogo e de toda esta evidência cotidiana da banalidade
A mesma maré do tempo nas calçadas das 10 horas da manhã
Que viram e se dobram, Se quebram, entram e deslizam entre si, com tanto anúncio, que é de se procurar - por cada uma delas - o que fica à fecundação do destino
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 03h57
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
Estava lá o dia de novo embriagado de tristeza
Instalando disfarces portáteis nos músculos da água
Estalando minerais de unidade na morte sonora do salto na mecânica política da víscera
Até então e finalmente reconhecer a mulher que me ensinou a pentear desprezos
Estava lá o dia de novo convencido sobre assobiar pela boca calada da noite
As costas do desapego diante do excesso de jeito
Um mísero desfiladeiro do cosmos embandeirado como título inspirado
Apanhando qualquer campo no corpo aberto de uma raiva velha
Estava lá o dia. Os mesmos ohos cheios de quebras - A falta é o útero da disciplina e do esconderijo.
Unindo os disfarces práticos dos músculos Reconhecendo a poesia compacta das vísceras Ensinando a morte mecânica dos loucos Orando no sentido contrário da fuga.
Estava lá o dia de novo embriagado de tristeza como se fosse salto
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 15h18
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
As fatias de calor quadrado
Erguendo a cabeça muda
Passando pelos ouvidos
A carne de onda gelada
Aterradas como sol líquido
Tinindo como capricho flácido
>
Uma escolha nascida a frio
Uma decisão tomada a seco
Uma virada que não passa em branco ::
podem...
até, compreendidas as favas contadas,
rimar o ritmo anarco
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 00h11
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
::ENTÃO NAQUELE DIA SUSPIRAM ORGASMOS EM MULTIDÃO::
O rio da minha aldeia O rio correndo nas margens da minha infância
O rio ao lado da minha casa - lembro-me BEM -
era uma fluente
(e asfaltada)
Avenida Getúlio Vargas Que teve as pistas recentemente duplicadas E no lugar das ideais idílicas serenas águas:
(_ tá cego, ô louco?)
tinha mesmo era um sorteio de _________freadas
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 04h35
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
Uma palavra de pêlos e ossos descendo a Rua General Jardim
sobe até uma velha placa vermelha e amarela
e fala com hálito desbotado: vende-se.
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 23h56
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
Seu branco seio congelado
de lindas pistas fartas não deixa lugar para a fratura
e o que não pode ser aí é a borda do mundo
o seu espelho [fraco] em papel alumínio
pendurado do lado de fora da vontade
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 05h26
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
Eu quero mais
Como um cocar de unhas e dentes
e penas de pombos em honra ao deus Semáforo
Um idioma gerado no vácuo líquido
do terceiro dia infecundo
}morrendo-Nascendo }meio-fio
Como um menestrel enterra um caminhão de lixo
no peito
desatando os punhos
no fim do dia
O aroma de escavadeiras tenras depiladas no banho
Catatau que desorienta o cio
Rede de Distribuição, Circulação & Sepultamentos
Como a vaidade da espera assentando-se
sobre a escama das horas
Como o ruído e as línguas das diferentes dobras
dos midis, blimps, gifs, rings
Um quadro posicionado de modo discreto
e evidente
no fundo do palácio da propaganda -
sedutor como uma dama
cissiando por entre as chapas
muitíssimo bem cuidadas
da dentadura dilatada
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 10h10
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::O Velho e o Mar::
caught, carry, planks, skiff, either, hoisted,
furled, hauled, sail, depths, salt, hide, cheeful,
tackle, thwart, current,
drift, liver, cove,
butchered, fins, flesh, faint, row, nearly, harbour, edge, throw, bow, whole, shiver, gamble, baits, attained, shift, lean, hook, aid, turtle-ing, enough, gear, braid,
gaff, subdue, needles, stern, dew, temptation,
bud-shields, charcoal, flattened, sturdy-fibred, overlapping, shelf, cast, borrow, blanket, creases, though, barefooted, held, fold, stew, belly, cans, towel, sort, square-rigged, rough, harsh-spoken, ought,
Ele, então, mijou ali do lado de fora da casa
e pegou o caminho para chamar o garoto.
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 00h43
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[ ::Há um Click Dentro da Mão:: ]
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por jeffersonalvesdelima@hotmail às 18h32
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Um Espelho. Abr./2010 
A Fábula do Telejornal:
Estudo das imagens e da estrutura narrativa da reportagem no telejornal em sua aproximação com o gênero fábula
Dissertação apresentada à Banca Examinadora como exigência parcial para obtenção do título de Mestre em Comunicação e Semiótica, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sob a orientação do Prof. Dr. Norval Baitello Jr.
RESUMO
A observação da presença de elementos da narrativa de ficção no gênero telejornal representa o aspecto central deste trabalho.
Reconhecida por autores como Elizabeth Bird e Robert Dardene, Paul Weaver, François Jost, Robert Stam e Iluska Coutinho, esta aparentemente estranha presença dos atributos da ficção no noticiário televisivo é examinada, aqui, especialmente, como base de construção da principal unidade do programa: a reportagem.
Diante do espaço de fala auto-assumido pelo telejornal como referência para o conjunto da sociedade, observamos uma relação estabelecida entre o programa e a capacidade das narrativas de ficção à representação e orientação de valores sociais.
Examinamos neste trabalho, assim, a aproximação dos enredos visuais, aos quais as notícias são convertidas nas reportagens do telejornal, com a orientação de comportamentos e contornos da vida em sociedade que as „estórias‟ sedimentam através dos séculos. Mais precisamente, examinaremos a aproximação das reportagens do telejornal com as fábulas, à moda dos Pañcatantras indianos ou das narrações do grego Esopo.
Como aporte teórico para esta observação, partimos de autores de referência e o aprofundamento de estudos realizados nas áreas da televisão, jornalismo, telejornalismo e narrativa.
Por meio da análise dos telejornais nacionais Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, e Jornal da Cultura, da emissora paulista TV Cultura, identificamos esta relação que atravessa os campos, a princípio distintos, dos noticiários televisivos e do gênero literário fábula.
Palavras-chave: telejornal, telejornalismo, jornalismo, fábula, Pañcatantra, Esopo, reportagem, estrutura narrativa, noticiário televisivo, notícia, TV aberta, espaço público e social, ficção, representação, enredo, comportamento, linguagem e televisão.
Link para o texto completo: A Fábula do Telejornal
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 16h35
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Com um mínimo de hablilidade, você aprendia o passo a passo de como criar um gato dentro de um frasco A ideia de internet muda diante dos nossos olhos e nós, claro, mal conseguimos ir dando conta disso.
Parece já existir um uso por aqui que, pouco a pouco, vai 'naturalmente' concentrando-se em um centro de meios como o Google, Facebook, YouTube, MySpace, Twitter, MSN, Hotmail, Gmail e os portais de notícias (como Uol e G1), além dos cinco ou seis sistemas de blogs - ao lado de talvez um ou outro projeto 'fora da curva' (literatura? webarte? fotografia?).
O que, claro, faz com que uma outra "internet", muito diferente desta (será já possível dizer da diferença de eras?), vá virando escombro, sendo entulhada lenta e pontualmente. Uma internet igualmente já voltada à distribuição em grande escala e que já reunia ali modelos e padronizações para a hospedagem gratuita dentro de velhos projetos como Cjb.net, Tripod.com e Hpg.
Dando uma olhada nos resultados de imagens de outros sistemas de busca para além do Google ( AltaVista, Ask, Aol, Bing, Yahoo ) encontrei essa estranha garrafa ao mar: http://sti.br.inter.net/zompero/book_01.html.
Sem sombra de dúvida, uma 'arqueologia' involuntária da internet dos anos 90 / 00.
Um velho "Book Mark". Uma relação de sites, projetos, ideias e, principalmente, da manifestação dos gostos de quem (ou de quens) mantinha(m) uma página destas. Não é muito diferente, claro, de uma relação de links de videos preferidos no YouTube, de um rol de blogs, ou o play list da Last FM ou Sonora ou dos 'posts' com a sugestão de links no Twitter ou no Facebook. Mas aqui a diferença parece ser a abrangência que um "Book Mark" acabava procurando - e que se estendia aos lugares os mais diversos. A maioria deles, no caso deste http://sti.br.inter.net/zompero/book_01.html, já ermos mesmo, fora do ar - numa grande coleção de Page Not Found.
E, no entanto, os que ainda passam do Not Found e saltam na tela mostram, por exemplo, o Revolta Brasileira (http://revoltabrasileira.vilabol.uol.com.br/menu.html), hospedado no Vila Bol, um projeto do UOL do início dos anos 2000.
Dá até um certo medo de navegar por ele, confesso. Não só pelo aspecto mambembão e desgraçadamente 'revoltoso' mas pelo receio de que, num clique, pode saltar dali um trojan ou virus destes que fazia ser impossível você fechar e sair de uma página. Um truque tão primário e mais ou menos (quem voltava a abrir uma página destas depois que se livrava dela?) que talvez já nem exista mais.
Mas não é o caso deste glorioso Revolta. Por exemplo, no link Sociedade/Modismo, o Revolta toma coragem e analisa 'sem medo' uma, então, nova moda: o country. Para este Revolta, 'a mídia' investiu uma quantia "retumbante" para que os antigos fãs de pagode migrassem para o country e passassem a se tornar novos cowboys.
E esse é só o começo da revolta (http://revoltabrasileira.vilabol.uol.com.br/menu.html). Tem também um padre escrevendo sobre a Xuxa. Dá para se ter uma mínima idéia do que há perdido aí debaixo de tanto Page Not Found.
Noutro link do mesmo nipe, o site "Piadinhas - Só Piadas Rápidas" (http://www.pianoeletronico.com.br/piadinhas), por incrível que pareça, continua no ar, atravessou a década. Deixou o 'members.tripod.com' (um conhecido serviço de hospedagem gratuita de sites que sumiu junto com o HPG - que foi incorporado pelo iG e passou a ser um serviço pago - com a chegada dos blogs) e, pelo que se vê, foi hospedado no http://www.pianoeletronico.com.br, um site que parece tão antigo quanto o "Piadinhas" e que permite que “o usuário toque Notas Musicais, Acordes e sons de Bateria pelo teclado do computador” (assim, mesmo, em caixa alta), só baixando um freeware lá.
Mesma sorte não teve a página em homenagem ao Bob Cuspe, do Angeli (http://members.tripod.com/~bob_cuspe/fr_princ.htm). Ele continuou no Tripod.com e hoje engrossa a lista Not Found.
Outro link que virou só um registro é o Projeto Pensar (http://www.projetopensar.cjb.net), que foi suspenso junto com o sistema de hospedagem gratuita Cjb.net, que claudicou, voltou a respirar por um certo período mas acabou entrando em seu estertor e saiu do ar.
O Portal Brasileiro da Filosofia (http://portal.filosofia.pro.br), sim. Este continua no ar e estampa logo no alto da página, que acena com algo do 'design' da época: "12 anos Online" - provavelmente publicando o primeiro ensaio ainda com linha discada e ouvindo aquele apito longo e cheio de reverberações da conexão sendo 'estabelecida'.
Uma revista que fazia algo semelhante a estes “Book Mark's” era publicada pela editora Abril: Revista da Web. Como a revista, o site (www.uol.com.br/revistadaweb/web.html) também, se vê lá, deixou de circular.
Mas é o último nome que aparece na lista que seja talvez impossível esquecer. É chamado ali de “abominável”: o Bonsai Kitten, uma brincadeira que deixou incontáveis boquiabertos e revoltados pelo caminho porque ensinava (visivelmente, em tom jocoso e sarcástico) a criar gatos dentro de potes e vidros de ornamentação de jardinagem e também de maionese. Talvez um marco 'daquela' era, com domínio próprio e tudo (reza a lenda até que começou dentro do MIT). E que, por uma provável pressão da 'sociedade civil', foi, como se vê, direto pro entulho (http://bonsaikitten.com).
De qualquer modo, para não deixar ficar esta sensação de aparente pasmaceira inevitável, fica aqui um pequeno 'book mark', com algumas boas páginas, novas e mais antigas, e que pode ir aos poucos crescendo, subindo novo bairro.
Plexus
ffffound!
Orquestra Orgasmo
Picture of the Day
Descentro
Engenhocas Sonoras
Go to 10
Bifurcaciones
Sibila
por jeffersonalvesdelima@hotmail às 03h11
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[ O Tempo, Este de Cabelos Cansados ]
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