::A Plenos Pulmõesss::


Encontro-o depois de anos
- Meu mundo são mais ou menos vinte ruas, este livro de poesia e um aparelho de televisão



Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 17h25
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A violência do verso insinua-se entre as Dwarf
e as outras galáxias galopando o infinito por conta própria



Desconhecido solto
no vazio escuro de um silêncio esquecido do corpo,
é daí que ele chega:
- Em busca de calor e o fogo feito matéria



Sua travessia de eras e eternidades explode possibilidades
que os bilhões de anos da Terra verão como berços de estrelas,
pulsares, nebulosas, supernovas, quasares...



A morte e a vida ainda não existem.
O fim e o tempo,
a queda e a necessidade, a sorte, a fuga e a espera,
o dia e a noite do Sol
ainda não existem



Até ele atravessar a invenção
(entre outros universos e multiversos
de espaços abertos)









Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 01h13
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na dor no amor no rolo-compressor não existe professor

 

 

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Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 18h04
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Escura nas ruas mais animadas,
o calçamento atravessando o calcário do meu peito,
a cidade festeja-se com uma risada histérica, louca
]e angustiada


A morte tem os passos próximos demais para não se gritar
um único e assombrado viva! ao dia que chega
acumulado de escapadas mágicas


Os tijolos e a agonia das pixações atirados
contra uma existência invisível, feito verso
triturado entre ossos da memória,
botam a Lua suja de misticismos
de costas para a roda e a fortuna


A beleza é uma mentira reproduzida com nostalgia mecânica,
o preto e o branco


Como se a angústia afogada na noite colorisse o desencanto
desta música de sonhos perdidos


A cidade, o fraseado do vento e o vôo de aves escondidas
estarão de volta pela manhã
                                         ( Ao curto e breve circuito galáctico )
com a pressa das crianças












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Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 10h51
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::2015::


É muito oi, olá, xícara de chá
pra pouco é hoje, é agora,
dancemos loucos,
minha senhora






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Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 22h16
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diff --git a/handlers/sys.in
 #
href=3D"http:....
width=3D597
align=3Dright
class=3Dftp
 #
 #(6)
O vago, a névoa e neblinas sempre deitam raízes na serra do mar #

-# (7)
        É um hábito que aterroriza e desterra -#    
-#    
+# (7)
+#    
+#    
       Como da janela o guarda-livros ouve o vozerio vivo
       e golpes de campainhas chegados da rua -

@@ -751,4 +751,3 @@ if [ "$bios" == "yes" ]; then

       refletindo
       sobre a ausência de sua própria possibilidade, vaga,
       incluída num vasto descomunal que a língua chama de tarde


[ "$bios" == "yes" ]#

    (9)
       A noite entregando seus frutos,
       amantes e livros, nas costas dos nomes
       em que íamos

 
  fi
 fi
-
f ($sid == || ($result['listen_url'])) {


       - Porque iremos nós atravessar a vida, um dia,
                                                   algum destes...

       

         para sempre





::

 



Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 02h46
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.gif do tumblr dickbalzer.tumblr.com








A tarde alcançava o limite despercebida
- como a graça de um estrondo -
e sobre o limite nos faltava tempo de dizer


As pequenas lembranças, sempre elas,
caíam com as luzes que sumiam no desenho da nova noite

Um dia, algum destes...
Era do limite o que nos faltava


Nas tardes,
o vago, a névoa e neblinas sempre
deitam raízes na serra do mar
É um hábito que ( aterroriza ) desterra


Pois vamos
deixar lugar ao que aparece, um dia, algum destes...
para sempre


Como da janela o guarda-livros ouve o vozerio vivo
e golpes de campainhas chegados da rua - refletindo
sobre a ausência de sua própria possibilidade, vaga,
incluída num vasto descomunal que a língua chama por tarde



A noite abrindo frutos
como alguém que avança séculos além,
dias aquém e desperta no semáforo citado num poema


















Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 02h23
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::ENTRE::

já "todo mundo"
é a história
de um cometa perdido entre versos
e a dupla volta
dos dias
entre a revolta
dos... ventos, cantos, lagos, ossos, outros, cactos e flamboiãs.



Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 11h08
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::POR MENOS, A MELODIA SE DESDOBRAVA...::


Sem portas de saída, o relógio teve de voltar.
Deu meia volta sobre um dos pés e procurou com os olhos, de um modo desapontado,
a esquina mais próxima.
Talvez tivesse desconsiderado algum detalhe. Uma saída era inevitável que houvesse.
Algum detalhe que torna-se possível perceber o caminho... quem sabe, para as várias portas de saída.
Mas o que seria um detalhe que pudesse sugerir que uma porta encontra-se por uma
ou por outra direção?
Na verdade, aquilo já não fazia mais sentido algum.
Em sua figura robusta e de camisa com os punhos algum dia brancos,
o relógio já sabia, também, disso.
Chutou um pequeno monte de cascalhos em frente a uma banca de jornais vazia e mexeu nos bolsos procurando o maço de cigarros.
- Construir uma saída é um objetivo que ocupa bem a vida. Sim. Sem dúvida.
Longe, abraçados ao sol, ele podia ouvir outros relógios trabalhando ruidosamente.





Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 19h39
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Poema Cínico

Ser simples
Ser super
 
Ser
     cênico





Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 02h27
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,_ __À “____€_ÿ“____€ ÿ“__…___ñ'______ Comeca o 2o ato,€ ÿ“___¸___









Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 10h45
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sobre ilustração de alexandre lourenço











Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 22h56
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sobre ilustração de z wang ke














Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 14h11
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::HaiQual?::




Música. Palavra solta.


Voltas e voltas

E, a poesia, dançando vasta


em volta da boca.








Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 01h24
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::pivassociacionismo::




galáxias     flores   tripas

       
         vitrinas       mortos

anoitecer   cólicas


         

            trovão


espinafre      parede      horizonte


           trevas


cuequinhas         devorar



              samurais


fotografar     fruta       banheiro



limite    &       anjo        eu     



        cidade         deserto


língua
 

             boca             manhã


cometa                                fumaça


           errante              paraíso


tempestade        amor            engasgar



                       meia-lua


                        gorila


merda                              política


               janela


     sexo         ruínas       olho          tirania


     menina      vento            estourar



fiction                    Batman



      Baudelaire              doce-delicado-quente





infinito ramo víscera luz caixão medo dor raio salgado casa céu escuro cômico engolir cena foto doce urinar teto comercial asa eu carro areia dente azul névoa caminho saliva dia artificial calor engasgar relâmpago inteiro macaco fedor ação sol gostar bege secar política dançar sopro pow science desenho poesia doce-delicado-quente


                               - Será inconveniente prolongar

excessivamente a experiência, a fim de evitar cansaço













Escrito por jeffersonalvesdelima@hotmail às 04h51
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